Protocolo de Kyoto








Protocolo de Kyoto
 
Mapa MundiÉ comum vermos catástrofes ao redor do mundo como furacões, ciclones, tufões, tsunamis, ondas de calor, tempestades, enchentes, famílias desabrigadas, casas destruídas, mortes, doenças, mudanças drásticas no clima, entre outros. Mas o que essas mudanças climáticas podem afetar o Planeta Terra?

 

Grande parte disso é resultado do aquecimento global e do efeito estufa, que em grande parte são causados por ações humanas. O uso de combustíveis fósseis e de outras substâncias prejudiciais desde a era pré-industrial, acabaram liberando gases poluentes para a atmosfera e colocando em risco não só as gerações futuras, como também a natureza e os animais.


É preciso que haja mudança nos hábitos dos indivíduos. E, as indústrias, empresas e governos são os responsáveis por tomarem medidas para a redução e troca de combustíveis fósseis por novas tecnologias energéticas, fiscalizar, conscientizar, criar projetos, etc. É preciso se mobilizar para o bem comum! Mas afinal, o que é Protocolo de Kyoto e o que ele tem a ver com isso?
 
O que é Protocolo de Kyoto?
 
O Protocolo de Kyoto é um tratado internacional que tem como objetivo fazer com que os países desenvolvidos assumissem o compromisso de reduzir a emissão de gases que agravam o efeito estufa, para aliviar os impactos causados pelo aquecimento global. Além disso, são realizadas discussões para estabelecer metas e criar formas de desenvolvimento que não sejam prejudiciais ao Planeta.
 
A ideia começou em 1988 na “Toronto Conference on the Changing Atmosphere” no Canadá, desde então houveram várias outras conferências sobre o Meio Ambiente e clima, até que foi discutido e negociado a criação do Protocolo de Kyoto, no Japão, em 1997.
 
Em 1990 foi criado o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática com o objetivo de alertar a população sobre o aquecimento global. Em 1992 foi a vez da Eco 92 onde ficou decidido que os países eram responsáveis pela conservação do clima independentemente do tamanho da nação em questão. O protocolo entrou em vigor em 2005 e evidenciou o interesse de países em utilizar o carbono como moeda.
 
Os EUA, o segundo país mais emissor de carbono do mundo, negou-se a ratificar o protocolo com a alegação de que aceitá-lo seria ruim para a economia americana. A falta de vontade dos países mais ricos e poluidores é um grande empecilho para que algo seja feito efetivamente contra o aquecimento global. Em 2012 o protocolo teve sua validade prorrogada até 2020 após a Conferência das Partes (COP18).
 
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